Câmeras de segurança: os 3 principais desafios!

Com o constante aumento nos índices de criminalidade nas cidades de todo o país, o mercado de segurança eletrônica tem ganhado cada vez mais destaque. De acordo com a Associação Brasileira de Segurança Eletrônica — Abese, o setor vem apresentando crescimento médio de 8% nos últimos 5 anos.

Contudo, essa é uma área que enfrenta diversos desafios. As constantes atualizações tecnológicas acabam pesando nos custos de algumas soluções mais avançadas. Além disso, a concorrência com o mercado clandestino ainda é muito alta.

Quer saber mais sobre como está o cenário atual e quais são os principais desafios enfrentados pelas empresas que prestam esse tipo de serviço? Então confira nosso post agora mesmo!

Cenário atual do mercado de segurança eletrônica no Brasil

O cenário do mercado de segurança eletrônica é considerado positivo e promissor. Afinal, o faturamento do setor foi de mais de R$ 6,04 bilhões em 2017.

O principal responsável por esse bom resultado foi o crescimento na procura pelos CFTV’s, principalmente residenciais, e pela portaria remota.

Isso mostra um aumento da preocupação da população com a segurança de suas residências. Além disso, equipamentos com tecnologia avançada, como câmeras IP e sistema de alarmes, têm se tornado cada vez mais acessíveis às pessoas.

Com a economia apresentando sinais de retomada, a previsão é de que o crescimento seja ainda maior em 2018.

Principais desafios do setor

Apesar do cenário favorável, os desafios existem e merecem nossa atenção. Por isso, apresentamos os 3 que causam mais impactos se não forem observados com cautela. Confira!

1. Atualização constante

Não há como negar a inteligência das pessoas mal-intencionadas. Mesmo que elas não a utilizem de forma honesta, o fato é que, por causa delas, os equipamentos precisam ser atualizados constantemente.

Dessa forma, alguns deles acabam tendo um tempo de vida útil encurtado, o que provoca a necessidade de substituição de tempos em tempos e, consequentemente, o aumento nos custos de manutenção da eficácia do projeto de segurança.

2. Custos com investimento

Alta tecnologia custa caro e, nessa área, quanto mais moderna ela é, mais segurança ela garante. Sendo assim, os melhores projetos também são os que demandam mais investimentos.

O principal desafio aqui é que nem sempre é fácil convencer os clientes a respeito disso. Assim, é preciso ter “jogo de cintura” para conseguir negociar um projeto que garanta uma boa segurança e que não prejudique a margem de lucro da prestadora do serviço.

3. Clandestinidade

Infelizmente, o Brasil é um país que sofre com a clandestinidade em todos os tipos de negócio. Para fugir de taxas e de impostos, muitas pessoas oferecem serviços e equipamentos de segurança eletrônica por valores mais baixos no mercado. Com isso, as empresas sérias e corretas acabam sendo prejudicadas.

Por isso, é essencial alertar os clientes sobre os riscos de fazer negócio com esse tipo de pessoa. Um bom argumento é questionar se ele confia a sua própria segurança e a de sua família a uma empresa que não cumpre a lei.

Como vimos, o mercado de segurança eletrônica tem seus desafios, mas também tem uma excelente perspectiva. Conhecendo ambos os lados, fica mais fácil de traçar as melhores estratégias e obter sucesso.

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